Odisséiiiia no tempo e espaçO
Vergonha, empolgaçao, ansiedade, medo, alegria, muita enrolação, muuuito papo, bjo, até amanhã, querer mais, telefone sempre, celular mais util impossivel, altos programas de indio divertidissimos, pequenos sacrificios, stress, pow!, confusao, estraaanho, falta, "fazer oq..", "ui, fala serio", sem preocupaçao, sentimentos se definindo, ruim, loongo periodo conturbado, invasão, esperança, enfim, alivio, rotina boa, matança de aulas, familias, acostumar, nao imaginar sem, sem supervisao, tentativas, desculpas, diversao, bonito, conversas ruins, medos, criticas, sem aceitar, volta, continua, nao da mais, continua, mas pior, pensamentos que nao deveriam existir, fraquezas, muitas, forças, na média, desgaste, esfria, outros interesses, fim? talvez. Um Ano.
Escrito por dama vagabunda às 00h32
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Estranho? Pela primeira vez senti meu coração bater assim no lugar dele, bem no meio, como os professores de biologia dizem, mas que todo mundo continua falando que é do lado esquerdo.. Mas bateu mesmo, e forte, com certos intervalos, como se estivesse bem nervosa e ansiosa por algo bem importante. É, a data é importante pra mim, mas não seria motivo de nervosismo, mesmo porque não pensava em nada especial enquanto ele saltitava, parecia que queria sair por se sentir preso, assim como sua dona, parecia também que fazia um alto relevo assim quando pulava.. Estranho sim, ver tv tomando sorvete não pode ser assim tãaao emocionante.. Oq foi então? Eim? Porque o fato de não acontecer oq eu queria pro dia e pelo que fiquei esperando o dia todo, isso não foi novidade, aliás, deveria ser algo para se acostumar, mas não, talvez nunca chegue lá.. Então? Exato, seilá, tipo, pode ser só ansiedade de fim de ano, ou não, enfim, vai lá saber.. Mas que bateu, bateu.
Escrito por dama vagabunda às 23h48
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Não vou dizer que estou ótima, muito menos fingir que sou forte. Mas também se eu disser que estou quase morrendo e que sofro tanto, vou estar mentindo. Por mais que tenha demorado, começo a aprender a me virar também em situações como esta e enxergar que não sou o lixo que muitos pensam que eu sou. Não sou mesmo. E digo mais. Não aceito também essa coisa de não ser única, quase acreditei que isso é possível, mas não dá. Sou especial demais pra ser igual a tanta gente. Aprendi a reconhecer que sou rara, assim como quase tudo e todos. Não gosto e não quero ter meu mundinho invadido assim por nada, por qualquer um. Também pouco me importa se me entendem ou não, vou continuar me esforçando pra pegar minha vida todinha só pra mim e só permitir a entrada de quem eu achar que vale a pena. Tá. Quer um resumo, né? Estou crescendo, é isso. Não continue pensando que estou sendo feita de trouxa porque já sei bem as consequencias de todas as merdas que faço e de todas as coisas boas que deixo de fazer. Vou bem, obrigada.
Escrito por dama vagabunda às 13h33
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BRASIL, Sudeste, CAMPOS DOS GOYTACAZES, PARQUE SANTO AMARO, Mulher, de 15 a 19 anos, French MSN - bettyboop_n@hotmail.com
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