Parece coisa de verde e vermelho, azul e laranja, tinta e pincel. Não queria, não quero descolorir. É que como tem coisa que pode ser ruim pra fazer bem depois, acredito que a linha de pensamento foi certa. Nada é assim fácil, não é? Não quero aquilo. Quero isso. Isso aqui que se passa na minha cabeça e se repete a toda hora. Não se pode ser assim também egoísta. Mas que quero, quero. Pelo menos agora: 03:58 da manhã da sexta, primeiro dia do desafio. Tão desafio.. Quero. E sou fraca por querer, eu sei. Que se há de fazer pra evitar? Feliz de mim se tivesse tal poder. O de evitar. É que não queria descolorir, e parece coisa de amarelo e violeta assim, papel e nanquim.

Escrito por dama vagabunda às 04h00
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Pra quem não liga pra poesia.. (sim, enchi meus olhinhos de água quando meu professor de historia da arte recitou essas palavrinhas na aula..)

"How do I love thee? Let me count the ways.
I love thee to the depth and breadth and height
My soul can reach, when feeling out of sight
For the ends of Being and ideal Grace.

I love thee to the level of everyday's
Most quiet need, by sun and candlelight.
I love thee freely, as men strive for Right;
I love thee purely, as they turn from Praise.

I love thee with the passion put to use
In my old griefs, and with my childhood's faith.
I love thee with a love I seemed to lose

With my lost saints,--I love thee with the breath,
Smiles, tears, of all my life!--and, if God choose,
I shall but love thee better after death." 


* (Elizabeth Barrett-Browning)


"Amo-te quanto em largo, alto e profundo
Minh'alma alcança quando, transportada,
Sente, alongando os olhos deste mundo,
Os fins do Ser, a Graça entressonhada.

Amo-te em cada dia, hora e segundo:
A luz do sol, na noite sossegada.
E é tão pura a paixão de que me inundo
Quanto o pudor dos que não pedem nada.

Amo-te com o doer das velhas penas;
Com sorrisos, com lágrimas de prece,
E a fé da minha infância, ingênua e forte.

Amo-te até nas coisas mais pequenas.
Por toda a vida. E, assim Deus o quisesse,
Ainda mais te amarei depois da morte."

*(Tradução de Manuel Bandeira)



Escrito por dama vagabunda às 22h23
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